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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O que a avaliação significa em sua vida acadêmica?

Em nosso primeiro encontro do Fascículo 2 nos deliciamos com a capacidade criadora dos cursistas que em pequenos grupo foram desafiados a manifestarem de forma criativa o que a palavra "Avaliação" significou em suas vidas como alunos.

O primeiro grupo apresentou-nos um acróstico, justificando cada palavra escolhida.




O segundo grupo apostou em um belíssimo poema...
AVALIAÇÃO

Quantas sensações sentimos
Quando somos avaliados:
Medo, angústia, temor, ansiedade.
Da criança a terceira idade.

São tão transparentes
Que todos percebem nossa fraqueza.
É um tal de suar frio,
Dor de cabeça , de barriga, calafrios.
Feche o livro, o caderno!
Lápis e borracha sobre a mesa!

De quem foi uma idéia dessa?
Não sei quem inventou,
Mas desque que o mundo é mundo,
Alguém já avaliou.

Objetiva, discursiva, reflexiva.
Intitulada a Diva de nosso potencial
Mesmo quando estamos mal.
E quem está avaliando
Nem dó da gente tem.

Eta palavra que causa em nossa mente
A sensação de pisar em ovos quentes.
Entretanto, quem disse o que sei ou não sei
Que nesse momento que deveria ser brando,
Deu branco?


E o terceiro, representou em um cartaz os sentimentos mobilizados nos momentos de avaliação...

domingo, 18 de outubro de 2009

Turma da noite trabalhando

Esta turma é um espetáculo!


Mesmo depois de uma dupla jornada de trabalho, estão sempre animadas!


Esbanjam senso de humor...



         e um grande interesse em aprender!    
                            


sábado, 17 de outubro de 2009

Jogos como instrumento de avaliação

Algumas cursistas da tarde optaram por utilizar jogos como instrumentos de avaliação de suas turmas.






terça-feira, 6 de outubro de 2009

Jogos como instrumento de avaliação


A cursista da tarde, Cássia Arêas, apostou neste jogo de roleta para realizar o diagnóstico de leitura de alguns de seus alunos.

No jogo, cada aluno faz girar um clip fixado ao centro da roleta por meio de um lápis. Onde o clip parar o aluno identifica a figura e procura entre as cartas expostas na mesa a ficha correspondente. uma vez localizada, o desafio consiste em apontar entre as três palavras propostas a que se refere à figura. Por meio de comparação o aluno tem que apontar a única palavra correta.

Jogos como intrumento de avaliação

Esta atividade realizada pela cursista Tânia, do grupo da tarde, foi muito interessante.
Aproveitando o clima de Olimpíadas no Brasil, ela distribuiu as cartelas aos alunos e propos que escrevessem o maior nº possivel de palavras iniciadas com cada uma das letras da palavra BRASIL, respeitando o tempo estabelecido para a tarefa.




quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Tudo é uma questão de como se avalia...

Esta foi uma das leituras deleite do encontro desta semana.



SEREIA OU BALEIA?


UMA ACADEMIA DE GINÁSTICA CHAMADA RUNNER COLOCOU RECENTEMENTE UM OUTDOOR COM A SEGUINTE FRASE :
"Neste verão, você quer ser sereia ou baleia?"Ao lado, uma linda garota de biquíni.

Uma mulher enviou a sua resposta e distribuiu o seguinte e-mail por aí:"Ontem vi um outdoor da Runner, com a foto de uma moça escultural de biquíni e a frase: "Neste verão, você quer ser sereia ou baleia?" e respondi:

Baleias sempre estão cercadas de amigos.

Baleias têm vida sexual ativa, engravidam e têm filhotinhos fofos.

Baleias amamentam.

Baleias nadam por aí, cortando os mares e conhecendo lugares legais como os icebergs da Antártida e os recifes de coral da Polinésia.

Baleias têm amigos golfinhos.Baleias comem camarão aos montes.

Baleias esguicham água e brincam muito.

Baleias cantam muito bem e têm até CDs gravados.

Baleias são enormes e quase não têm predadores naturais.

Baleias são bem resolvidas, lindas e amadas.

Sereias????

Sereias não existem.

Se existissem viveriam em crise existencial perguntando: - Sou um peixe ou um ser humano? Não têm filhos, pois matam os homens que se encantam com sua beleza... São lindas mas tristes e sempre solitárias...

Runner, querida, prefiro ser baleia!

A academia Runner retirou o outdoor.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Avaliação

Iniciamos nesta semana os estudos do fascículo 2 do Pró-Letramento que trata sobre avaliação.

As discussões foram intensas e revelaram as angústias do educador diante do desafio de avaliar seus alunos sem culpa ou injustiças.

Para provocar ainda mais fiz a leitura do texto abaixo:

O CACHORRRO
Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.

Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.

Ele pegou o bilhete e leu: – “Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Assinado: dono do cachorro.

Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais.

Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.

O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.

O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.

O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma
casa e pôs as compras na calçada.

Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.

O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo: – “Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!”

A pessoa respondeu: – “Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!”.

Moral da História:
“Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado.”

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A Moça Tecelã

Esta foi a Leitura Deleite desta semana. Um livro maravilhoso que seduziu a todos os cursistas.

Leia o resumo da obra e seja seduzido também!

O conto A Moça Tecelã de Marina Colassanti é um conto de fadas moderno que narra o di-a-dia de uma moça que tece.Nada lhe falta, passa seus dias a tecer com cuidado e amor ao trabalho que executa.A moça usa seu tear para expressar seus sentimentos, através das cores das linhas a moça tece a vida e seus humores.É feliz em seu ofício e tece tudo que sua imaginação lhe permite.Os dias passam e nada lhe falta, porque tece tudo de que necessita,leite, peixe...Porém chega um tempo em que começa a se sentir sozinha e começa sentir necessidade de uma companhia, um marido a seu lado.Imediatamente pega os fios e começa a tecer o marido imaginário com que sonha.Com cuidado escolhe os fios mais bonitos e delicados e inicia a sua grande obra.O marido imaginado ganha chapéu, corpo e rosto bem desenhados e um belo par de sapados bem engraxados. Terminada a obra, a porta de sua casa se abre, e eis que que surge o marido esperado.Feliz a moça tecelã dorme no ombro do companheiro e sonha com os lindos filhos que teriam.Ela foi muito feliz por algum tempo, porém os propósitos de seu amado eram diferentes dos seus. Ao invés de filhos ele queria uma casa melhor, maior e mais bonita, e exigiu que a esposa logo começasse a tecê-la. Terminada a casa o marido quis um palácio com arremates de prata.A moça tecelã dedicou semanas e meses na construção do tal palácio, sem tempo sequer para ver a luz do dia. Pronto o palácio o marido exigiu que ele tivesse uma torre bem alta para abrigar a esposa em seu ofício de tecer. Encerrada na mais alta torre do palácio a moça tecia e entristecia.Seus pensamentos se voltaram para o passado, para a casa simples em que vivia e para todas as coisas boas que um dia teve.Chegando à noite a moça resolve destecer o marido e puxa o primeiro fio e antes que ele acorde já estava destecido completamente.A moça tecelã volta a sua vida simples e feliz de tecer com simplicidade e alegria seus sonhos de mulher.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Avaliação Escolar

Na tribo, 0; na panela, 10” ou Quando a avaliação engole as crianças...
Luca Rischbieter


Avaliar está na moda. Para o bem e para o mal, em todos os níveis, em todo o planeta, há uma tendência cada vez maior a implantar exames padronizados nas redes de ensino, o que facilita a comparação não apenas entre estudantes, mas também entre escolas e professores, entre redes inteiras e até entre países.
Não se faz pedagogia sem avaliação. Nisso todos concordamos. Agora, não se deve fazer avaliação sem uma concepção clara sobre as vantagens e as possíveis desvantagens das nossas escolhas sobre o que e como avaliar.
Quando privilegiamos um caminho de avaliação, necessariamente tomamos decisões sobre o que será levado em conta e, conseqüentemente, sobre o que será ignorado, o que ficará “de fora” das análises avaliativas. Ignorar ou esquecer isso é extremamente perigoso...
Para dar um exemplo bem claro e facilitar a discussão dessa questão, inventei uma pequena história estranha e triste, que peço que você leia:
Uma história de canibalismo
No meio da floresta tropical, é dia de prova. Toda a tribo está reunida para ver o pajé-examinador aplicar uma bateria de testes e fazer as escalas de avaliação dos futuros caçadores, batedores, escaladores de cipó, pescadores, artesãos, etc.
Para que os pais fiquem mais relaxados, enquanto não começam os testes, o pajé promove uma exibição de vídeo: trata-se de um filme feito por psicólogos da tribo, em que os testes são aplicados em duas crianças capturadas em um ataque a fazendas de colonizadores brancos.
Todos riem da performance desastrada das crianças brancas, que caem das árvores, enrolam-se nos cipós, quase engolem os dardos das zarabatanas... Enfim, todos concordam quando, encerrando a nossa triste história, o chefe da tribo diz:
— Puxa, que desastre! Mas como são burrinhas e incompetentes essas crianças civilizadas! Acho que só vai dar mesmo para aproveitá-las no jantar de formatura...





Para ler o texto na íntegra acesse o link



http://www.aprendebrasil.com.br/articulistas/luca_bd.asp?codtexto=660
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1 - Terezinha Carraher, David Carraher, Analúcia Schliemann. Na vida dez, na escola zero. São Paulo: Cortez, 1988. Ver especialmente o capítulo V. Uma pesquisa bastante semelhante, realizada com crianças de favelas de Buenos Aires, foi realizada por Emília Ferreiro: “O cálculo escolar e o cálculo com dinheiro em situação inflacionária”, em: Alfabetização em processo. São Paulo: Cortez, 1987. Capítulo 5.


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